IV MOSTRA CINEMA SESCPE
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AS VEZES QUE NÃO ESTOU LÁ

Rossana enxerga e vive o mundo através de um vidro borderline. Entre pliés, delírios dançantes e duros golpes de realidade, ela busca seu lugar no mundo

Dandara de Morais (Recife, 1990), multiartista. Diretora, roteirista e atriz protagonista dos curtas “Bup” (2018), premiado no 25º Festival de Vitória e no XI Janela Internacional de Cinema e “Às vezes que não que não estou lá” (2020), que teve sua estreia no River Film Festival (2020) e exibições em festivais importantes ao redor do mundo como Esto Es Para Esto, Cine Esquema Novo e Vues D’Afrique. Atuou no longa “Ventos de Agosto” e foi premiada no Festival de Brasília como Melhor Atriz.
Autodidata no audiovisual, sua formação é em dança. Desde os 7 anos de idade pratica ballet, dança moderna, jazz, dança contemporânea, twerk, afro, pop, sessões de improviso, maracatu, côco e dança de salão. Como bailarina, integrou a Cia Vias da Dança, trabalhou em produções audiovisuais como coreógrafa e dançarina. Teve papéis de destaque em curtas e longas nacionais: Açúcar (2017) de Renata Pinheiro e Sergio Oliveira, Superpina: Gostoso é Quando a Gente Faz! (2018) de Jean Santos, O Homem Cordial (2019) de Iberê Carvalho, Rio Doce (Inédito) de Fellipe Fernandes e Quantos Eram pra Tá? (2018) de Vinícius Silva.
Seus trabalhos confessionais investigam as relações da mulher negra com o mundo, explorando dança, escrita e música. Atualmente segue trabalhando como atriz, bailarina, diretora, escritora, montadora e roteirista nas mais variadas manifestações artísticas; escreve seus primeiros longa-metragens, o roadmovie “Uma Sequência de Muitas Ondas” o musical “Coração de Nego” e seu projeto de dança/performance “Corpo Inter-dito”.

Roteiro
Dandara de Morais

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